Senhoritos:
Venho a vocês até sem graça devido o ocorrido, deixar o blog inativo logo uma semana depois que ele volto, como eu expliquei no topico anterior eu tinha ficado sem interet, e ocorreu um mesmo problema novamente com a internet, pois eu dividia com o vizinho ( deu alguns rolos e resolvemos tirar). Então até eu ir procurar uma operadora que disponibilizava banda larga decente demorou um pouco, devido isso não tive como posta.
Mas agora eu prometo a vocês, que de todas às SEXTA pra SABADO nosso blog esta atualizado.
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Grato a compreensão de todos.
Prazer-G
sábado, 19 de abril de 2008
Video - Camp But
Trouvez plus de vidéos comme celle-ci sur 888 GAY-TITUS 888
Quem dera o exercito fosse assim, seria um deus nos acuda, teria uma fila enorme de tanta "Bicharada" para se alistar.
Bom aproveito. Filme totalmente Brasileiro.
Video - Visita ao Medico.
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Acho que vou me machucar mais vezes, eu sou meio chato assim para me empolgar realmente por algum video, acho que falta mais criatividade nas historias...mais esse video soube chamar toda a minha atenção.
CONTO - Eu e Julinho no acampamento
Desculpem se este conto ficou um pouco comprido, é que eu gosto de dar todos os detalhes, pois aí que é o interessante !!!!
Mesmo depois de tanto tempo, hoje tenho 28 anos, nunca consegui tirar aquela experiência de menino da cabeça !
Tinha acabado de entrar na adolescência, e quase nenhuma experiência de vida, mas uns bons km. rodados no quesito vida sexual !
Conhecí o Julinho num acampamento religioso que fui com minha família, que muito tradicionalista, fazia questão de fazer retiros em toda época de carnaval. Ele era a coisa mais linda do mundo, pelo menos para mim. Miudinho, magrinho, com aquele corpo de menino em fase de virar homem, uma coisa de louco !
Desde que chegamos lá, fiquei com alguns amigos de longa data, alguns do Rio, outros da Baixada Santista e muitos da Grande Sampa. Fazíamos muitas coisas juntos. Nadávamos, jogávamos bola, bagunçavamos muito ! Minha mãe só sabia ralhar, pois aparecia na barraca só para dormir e comer, eram os meus 5 dias de rei ! Alí eu podia me soltar e ser quem eu realmente era, sem precisar esconder a verdadeira faceta de capetinha aprendiz !
Meus amigos, desde muito tempo, eram muito liberais e juntos planejávamos verdadeiras orgias no meio do mato, onde cada ano crescia mais o numero de participantes do nosso grupo.
Naquele ano em especial, apareceu este garoto, meio bobo, pra falar a verdade,( depois descobri ser bem mais esperto do que aparentava) mas deu dó de ver todo mundo sair do acampamento adulto para a cachoeira e ninguém convida-lo para ir junto e tomei a iniciativa de chama-lo. QUando cheguei tive que agüentar a tromba de todos os meninos que ficaram com medo de ter um carinha tão novo com a gente, pois nossa faixa etária era dos 14 aos 16, e o Jú aparentava ter uns 12, mas na verdade era 14 que ele tinha.
Como disse, o máximo que rolou foram umas passadas de mão dentro d\'água, tudo na moita, e os mais afoitos saíam de perto para aprontar, iam para o meio do mato e voltavam com a maior cara de safado ! Eu fiquei fazendo companhia para ele e até tive que fugir do assédio de um carinha que eu já ficava á algum tempo chamado Sidney, que insistiu muito para darmos uma volta, mas consegui me safar.
Resolvi voltar mais cedo para o camping, e passei horas agradáveis com o Julinho, Descobri que ele era muito parecido comigo e tínhamos muita coisa em comum. Conhecí seus pais e logo eles se afeiçoaram comigo de tal forma que permitiram ao Jú ficar os 5 dias em minha companhia. Tanto que ele até transferiu sua bagagem pessoal para minha barraca, já que tinha o privilegio de uma barraca só para mim.
Zoarmos muito até a noite e fizemos uma fogueira para assar uns queijos no espeto e passamos um belo tempo conversando com privacidade, pois a fogueira era feita atrás das barracas para que a fumaça não entrasse nelas e o pessoal já estavam todos acomodados naquela hora. Resolví que era a hora de atacar. Fui conferir se não tinha ninguém por perto e sentei novamente perto do Julinho, bem perto por sinal, encostado lado á lado com aquele garotinho tão frágil e desprotegido. Conversava e fazia questão de roçar seu braço, as vezes pegava na sua mão e apertava, coisa que ele repelia rapidamente, como se tivesse medo de pegar alguma doença contagiosa. Cansei daquele carinha, pois todas minhas investidas pareciam não dar certo e falei que iria deitar, já me arrependendo de não ter chamado o Sidney para dividir a barraca. Ele então me disse se eu poderia ir até a bica com ele para escovar os dentes pois tinha medo de ir sozinho no escuro. Peguei a lanterna e fui muito a contragosto. A bica era bem próxima, ele escovou os dentes e perguntou se eu poderia iluminar para ele fazer xixi pois tinha medo de molhar o pijama e eu coloquei a lanterna bem na direção do seu piruzinho e tomei um susto, pois aquilo não era um bilauzinho como só dos outros meninos, mas um senhor Bilau, com poucos pelos, só uma penuginha, mas um cacete de uns 17 cm., grosso, com aquelas veias saltadas e aquela cabeçorra vermelha e o melhor, tava meio bomba, assim mais pra duro que pra mole. Demorei na minha investigação e acho que ele percebeu, pois demorou chacoalhando aquela maravilha da natureza para que saísse as ultimas gotas de xixi, antes de guardar novamente.
Voltamos para a barraca, sem dar um pio, eu tremendo de tesão e pensando como faria para aquilo tudo ser meu. Entramos e deitamos, cada um do seu lado, para minha máxima decepção. Eu estava tão fudido e cansado que peguei no sono. Para minha surpresa, no meio da noite começou uma chuva bem forte, com direito á relâmpagos e trovões e o Jú me acordou, pois ficou com medo da barraca não aguentar aquele toró. Eu tranqüilizei o lolito dizendo que a barraca era muito resistente e a área do camping que nós estávamos não era sujeita á inundação. Mesmo assim ele estava meio nervoso e se aproximou bem de mim, quase me agarrando, dizendo ter medo da chuva. Eu o abracei e apertei sua cabeça em direção ao meu peito para tranqüilizar aquele bebezão. Na hora sentí meu pau dar um pulo ! O contato daquele pimpolho comigo, tremendo como vara verde, despertava em mim um desejo insano, tipo coisa de louco mesmo e resolví me aproveitar da situação, apertando bem sua cintura em direção a minha, sentindo o volume delicioso daquela pica meio mole, mas que sentí crescer e endurecer em contato com minha mala. Nossos shorts eram bem finos e dava para sentir toda a textura daquele caralhão indecente.
Ele parou de tremer e quis se afastar de mim, mas eu mantive meu aperto e neste esforço fiquei com o rosto colado no dele, sentindo sua respiração no meu ouvido, quando ele perguntou porque eu estava fazendo aquilo, então respondi que aquilo era muito gostoso e me perguntou se já havia feito com outro menino antes, e eu disse sim, no que ele perguntou, - com o Sidney também, e eu respondí,- isso mesmo, inclusive com o Sidney. Então ele perguntou se aquilo não era pecado e eu segurei seu rosto bem em frente o meu e falei que pecado era não fazer, pois era muito delicioso, que se ele fizesse saberia o quanto era bom. Nisso rocei meus lábios no dele, sentindo seu hálito fresquinho, sua respiração estava pesada e seus batimentos cardíacos iam á mil, então disse para ele que ficasse tranqüilo pois aquilo era normal entre dois meninos na nossa idade e ele disse que estava envergonhado pois nunca tinha feito aquilo com ninguém. Disse para ele não se preocupar pois eu ensinaria tudo que ele não soubesse.
Fiquei roçando sua boquinha com meus lábios e apertava forte meu pau contra o seu, até que enfiei minha língua na sua boca e ele saiu fora rapidinho, tipo limpando a boca, então fiquei tão puto que falei pra ele, - deixa quieto, deveria ter trazido outro carinha para dormir aqui e virei de costas para ele. Nisso ele veio rapidinho, meio que assustado e disse - calma, eu não sabia que era assim, mais estou disposto á aprender e me deu um beijo, colocando sua língua meio que desajeitada na minha boca.
Virei novamente e fiquei na posição anterior com ele, e ele me disse, - nossa, isto é gostoso mesmo, olha como eu estou e colocou minha mão no seu pau. Eu dei um apertão e o carinha chegou á suspirar, então enfiei minha mão dentro do seu short e só então pude sentir a verdadeira dimensão daquela jeba, tinha uns 17 cm. como eu disse, mas era grossa, bem mais grossa do que imaginei na bica, e estava babada, bem melada mesmo. Tirei sua camiseta e seu short, sempre beijando ele e o cara já estava ficando craque, enfiava sua língua bem no fundo da boca, me fazendo ficar sem fôlego as vezes. Ele tirou minha pouca roupa também e ficamos nos sarrando. Beijei seu pescoço, suas orelhas, mandei bronca, chupei seus peitinhos e sentia seus gemidos como um termômetro. Cada coisa nova que eu fazia, ele aumentava seus gemidos, e eu caprichava cada vez mais, fazendo ele delirar. Fui descendo e lambendo seu umbigo, enfiei minha cara naquele montinho de pelo loirinhos e cheirei bem forte. Percorrí seu caralhão com meu nariz e fiz o contorno daquela jeba maravilhosa com a ponta da língua, ele segurando minha cabeça e acariciando meus cabelos. Enfiei o tanto que pude daquele mastro na boca e paguei a melhor boquete que já tinha feito, pois não era sempre que um carinha virgem caía assim de bandeja pra vc, e eu queria que ele ficasse apaixonado ali mesmo. Caprichei tanto que não deu 5 minutos eu sentí sua pica crescer mais e ele enterrou fundo na minha garganta, despejando um jorro grosso de uma porra quente, gostosa, cheirosa, que quase me fez engasgar. E o melhor, quando ele gozou, eu gozei junto, sem nem colocar a mão no meu pau.
Ficamos abraçados e o carinha não cabia em si de satisfação, tanto que de repente ele começa novamente á me beijar e eu sentí seu pau duríssimo novamente. Ele me pergunta, - é só isso que vc sabe fazer de gostoso, e eu disse, - espera um pouco. Nova seção de chupadas e desta vez, ele fez o mesmo caminho que eu havia feito anteriormente e chupou meu pau como um bezerro desmamado. Virei e fiquei na posição de 69, ele me chupando e eu chupando ele. Enfiei minha cara naquele cuzinho lisinho e fiz aquele cunete de responsa naquele buraquinho apertado, caprichei muito, lambi, cheirei, enfiando bem fundo, como que querendo foder aquele rabinho com a língua. O putinho derretia, gemia, rebolava sua bunda macia na minha cara e num jato, senti sua porra molhar todo o meu peito, ao mesmo tempo que enchia sua boca de leite.
Continuei chupando seu pau gozado e logo estava bem duro de novo, então sentei e fui descendo devagar meu corpo, pois aquilo doía um bocado, então quando sentí que estava no meu limite, comecei á subir e descer, controlando aquela penetração, fazendo umas contrações com os músculos do meu rabinho para que ficasse o mais prazeroso possível para ambos. Jú só fazia gemer, chegava até á virar os olhinhos de tanto que gostava, não demorou muito e lá veio o terceiro orgasmo da noite !
Caímos exaustos lado á lado num beijo apaixonado ......
Foi só a primeira noite. Dormimos abraçados e acordamos como um casal em lua de mel. Naquele dia, ao encontrar com meus amigos, Julinho todo orgulhoso desfilava de mãos dadas comigo tipo falando, este aqui é meu amor, estou completamente apaixonado, sou louco por ele .........
O pessoal ficou todo surpreso tipo falando, o que o Billy viu naquele frangote, mas isso até ele tomar aquele banho pelado na cachoeira. mas isto é uma outra história
Mesmo depois de tanto tempo, hoje tenho 28 anos, nunca consegui tirar aquela experiência de menino da cabeça !
Tinha acabado de entrar na adolescência, e quase nenhuma experiência de vida, mas uns bons km. rodados no quesito vida sexual !
Conhecí o Julinho num acampamento religioso que fui com minha família, que muito tradicionalista, fazia questão de fazer retiros em toda época de carnaval. Ele era a coisa mais linda do mundo, pelo menos para mim. Miudinho, magrinho, com aquele corpo de menino em fase de virar homem, uma coisa de louco !
Desde que chegamos lá, fiquei com alguns amigos de longa data, alguns do Rio, outros da Baixada Santista e muitos da Grande Sampa. Fazíamos muitas coisas juntos. Nadávamos, jogávamos bola, bagunçavamos muito ! Minha mãe só sabia ralhar, pois aparecia na barraca só para dormir e comer, eram os meus 5 dias de rei ! Alí eu podia me soltar e ser quem eu realmente era, sem precisar esconder a verdadeira faceta de capetinha aprendiz !
Meus amigos, desde muito tempo, eram muito liberais e juntos planejávamos verdadeiras orgias no meio do mato, onde cada ano crescia mais o numero de participantes do nosso grupo.
Naquele ano em especial, apareceu este garoto, meio bobo, pra falar a verdade,( depois descobri ser bem mais esperto do que aparentava) mas deu dó de ver todo mundo sair do acampamento adulto para a cachoeira e ninguém convida-lo para ir junto e tomei a iniciativa de chama-lo. QUando cheguei tive que agüentar a tromba de todos os meninos que ficaram com medo de ter um carinha tão novo com a gente, pois nossa faixa etária era dos 14 aos 16, e o Jú aparentava ter uns 12, mas na verdade era 14 que ele tinha.
Como disse, o máximo que rolou foram umas passadas de mão dentro d\'água, tudo na moita, e os mais afoitos saíam de perto para aprontar, iam para o meio do mato e voltavam com a maior cara de safado ! Eu fiquei fazendo companhia para ele e até tive que fugir do assédio de um carinha que eu já ficava á algum tempo chamado Sidney, que insistiu muito para darmos uma volta, mas consegui me safar.
Resolvi voltar mais cedo para o camping, e passei horas agradáveis com o Julinho, Descobri que ele era muito parecido comigo e tínhamos muita coisa em comum. Conhecí seus pais e logo eles se afeiçoaram comigo de tal forma que permitiram ao Jú ficar os 5 dias em minha companhia. Tanto que ele até transferiu sua bagagem pessoal para minha barraca, já que tinha o privilegio de uma barraca só para mim.
Zoarmos muito até a noite e fizemos uma fogueira para assar uns queijos no espeto e passamos um belo tempo conversando com privacidade, pois a fogueira era feita atrás das barracas para que a fumaça não entrasse nelas e o pessoal já estavam todos acomodados naquela hora. Resolví que era a hora de atacar. Fui conferir se não tinha ninguém por perto e sentei novamente perto do Julinho, bem perto por sinal, encostado lado á lado com aquele garotinho tão frágil e desprotegido. Conversava e fazia questão de roçar seu braço, as vezes pegava na sua mão e apertava, coisa que ele repelia rapidamente, como se tivesse medo de pegar alguma doença contagiosa. Cansei daquele carinha, pois todas minhas investidas pareciam não dar certo e falei que iria deitar, já me arrependendo de não ter chamado o Sidney para dividir a barraca. Ele então me disse se eu poderia ir até a bica com ele para escovar os dentes pois tinha medo de ir sozinho no escuro. Peguei a lanterna e fui muito a contragosto. A bica era bem próxima, ele escovou os dentes e perguntou se eu poderia iluminar para ele fazer xixi pois tinha medo de molhar o pijama e eu coloquei a lanterna bem na direção do seu piruzinho e tomei um susto, pois aquilo não era um bilauzinho como só dos outros meninos, mas um senhor Bilau, com poucos pelos, só uma penuginha, mas um cacete de uns 17 cm., grosso, com aquelas veias saltadas e aquela cabeçorra vermelha e o melhor, tava meio bomba, assim mais pra duro que pra mole. Demorei na minha investigação e acho que ele percebeu, pois demorou chacoalhando aquela maravilha da natureza para que saísse as ultimas gotas de xixi, antes de guardar novamente.
Voltamos para a barraca, sem dar um pio, eu tremendo de tesão e pensando como faria para aquilo tudo ser meu. Entramos e deitamos, cada um do seu lado, para minha máxima decepção. Eu estava tão fudido e cansado que peguei no sono. Para minha surpresa, no meio da noite começou uma chuva bem forte, com direito á relâmpagos e trovões e o Jú me acordou, pois ficou com medo da barraca não aguentar aquele toró. Eu tranqüilizei o lolito dizendo que a barraca era muito resistente e a área do camping que nós estávamos não era sujeita á inundação. Mesmo assim ele estava meio nervoso e se aproximou bem de mim, quase me agarrando, dizendo ter medo da chuva. Eu o abracei e apertei sua cabeça em direção ao meu peito para tranqüilizar aquele bebezão. Na hora sentí meu pau dar um pulo ! O contato daquele pimpolho comigo, tremendo como vara verde, despertava em mim um desejo insano, tipo coisa de louco mesmo e resolví me aproveitar da situação, apertando bem sua cintura em direção a minha, sentindo o volume delicioso daquela pica meio mole, mas que sentí crescer e endurecer em contato com minha mala. Nossos shorts eram bem finos e dava para sentir toda a textura daquele caralhão indecente.
Ele parou de tremer e quis se afastar de mim, mas eu mantive meu aperto e neste esforço fiquei com o rosto colado no dele, sentindo sua respiração no meu ouvido, quando ele perguntou porque eu estava fazendo aquilo, então respondi que aquilo era muito gostoso e me perguntou se já havia feito com outro menino antes, e eu disse sim, no que ele perguntou, - com o Sidney também, e eu respondí,- isso mesmo, inclusive com o Sidney. Então ele perguntou se aquilo não era pecado e eu segurei seu rosto bem em frente o meu e falei que pecado era não fazer, pois era muito delicioso, que se ele fizesse saberia o quanto era bom. Nisso rocei meus lábios no dele, sentindo seu hálito fresquinho, sua respiração estava pesada e seus batimentos cardíacos iam á mil, então disse para ele que ficasse tranqüilo pois aquilo era normal entre dois meninos na nossa idade e ele disse que estava envergonhado pois nunca tinha feito aquilo com ninguém. Disse para ele não se preocupar pois eu ensinaria tudo que ele não soubesse.
Fiquei roçando sua boquinha com meus lábios e apertava forte meu pau contra o seu, até que enfiei minha língua na sua boca e ele saiu fora rapidinho, tipo limpando a boca, então fiquei tão puto que falei pra ele, - deixa quieto, deveria ter trazido outro carinha para dormir aqui e virei de costas para ele. Nisso ele veio rapidinho, meio que assustado e disse - calma, eu não sabia que era assim, mais estou disposto á aprender e me deu um beijo, colocando sua língua meio que desajeitada na minha boca.
Virei novamente e fiquei na posição anterior com ele, e ele me disse, - nossa, isto é gostoso mesmo, olha como eu estou e colocou minha mão no seu pau. Eu dei um apertão e o carinha chegou á suspirar, então enfiei minha mão dentro do seu short e só então pude sentir a verdadeira dimensão daquela jeba, tinha uns 17 cm. como eu disse, mas era grossa, bem mais grossa do que imaginei na bica, e estava babada, bem melada mesmo. Tirei sua camiseta e seu short, sempre beijando ele e o cara já estava ficando craque, enfiava sua língua bem no fundo da boca, me fazendo ficar sem fôlego as vezes. Ele tirou minha pouca roupa também e ficamos nos sarrando. Beijei seu pescoço, suas orelhas, mandei bronca, chupei seus peitinhos e sentia seus gemidos como um termômetro. Cada coisa nova que eu fazia, ele aumentava seus gemidos, e eu caprichava cada vez mais, fazendo ele delirar. Fui descendo e lambendo seu umbigo, enfiei minha cara naquele montinho de pelo loirinhos e cheirei bem forte. Percorrí seu caralhão com meu nariz e fiz o contorno daquela jeba maravilhosa com a ponta da língua, ele segurando minha cabeça e acariciando meus cabelos. Enfiei o tanto que pude daquele mastro na boca e paguei a melhor boquete que já tinha feito, pois não era sempre que um carinha virgem caía assim de bandeja pra vc, e eu queria que ele ficasse apaixonado ali mesmo. Caprichei tanto que não deu 5 minutos eu sentí sua pica crescer mais e ele enterrou fundo na minha garganta, despejando um jorro grosso de uma porra quente, gostosa, cheirosa, que quase me fez engasgar. E o melhor, quando ele gozou, eu gozei junto, sem nem colocar a mão no meu pau.
Ficamos abraçados e o carinha não cabia em si de satisfação, tanto que de repente ele começa novamente á me beijar e eu sentí seu pau duríssimo novamente. Ele me pergunta, - é só isso que vc sabe fazer de gostoso, e eu disse, - espera um pouco. Nova seção de chupadas e desta vez, ele fez o mesmo caminho que eu havia feito anteriormente e chupou meu pau como um bezerro desmamado. Virei e fiquei na posição de 69, ele me chupando e eu chupando ele. Enfiei minha cara naquele cuzinho lisinho e fiz aquele cunete de responsa naquele buraquinho apertado, caprichei muito, lambi, cheirei, enfiando bem fundo, como que querendo foder aquele rabinho com a língua. O putinho derretia, gemia, rebolava sua bunda macia na minha cara e num jato, senti sua porra molhar todo o meu peito, ao mesmo tempo que enchia sua boca de leite.
Continuei chupando seu pau gozado e logo estava bem duro de novo, então sentei e fui descendo devagar meu corpo, pois aquilo doía um bocado, então quando sentí que estava no meu limite, comecei á subir e descer, controlando aquela penetração, fazendo umas contrações com os músculos do meu rabinho para que ficasse o mais prazeroso possível para ambos. Jú só fazia gemer, chegava até á virar os olhinhos de tanto que gostava, não demorou muito e lá veio o terceiro orgasmo da noite !
Caímos exaustos lado á lado num beijo apaixonado ......
Foi só a primeira noite. Dormimos abraçados e acordamos como um casal em lua de mel. Naquele dia, ao encontrar com meus amigos, Julinho todo orgulhoso desfilava de mãos dadas comigo tipo falando, este aqui é meu amor, estou completamente apaixonado, sou louco por ele .........
O pessoal ficou todo surpreso tipo falando, o que o Billy viu naquele frangote, mas isso até ele tomar aquele banho pelado na cachoeira. mas isto é uma outra história
quarta-feira, 5 de março de 2008
VIDEO- Oliver
Ele trabalhou no programa do joão kebler, TESTE DE FIDELIDADe. É um video rapido mais da para conferir os documentos dessa beldade.
CONTO-15 aninhos, primeira vez com outro homem
Tenho 17 anos. O que conto agora ocorreu há dois anos, ou seja, eu tinha 15 anos. Na época: 1,70m, 60kg, cabelos castanhos lisos, poucos pêlos, branco, uma bunda pequena, mas empinadinha, rosto angelical. Havia, até então, apenas tido experiências com mulheres, sexo, só com uma.
Hoje, não mudei muito, estou um pouco mais alto e um pouco mais encorpado.
Costumava, há um tempo, me masturbar com um amigo do prédio, assistíamos filmes pornográficos, víamos revistas de mulheres peladas, mas cada um na sua, era algo hetero, desde que havíamos descoberto a masturbação. Esse meu amigo, chamado André, era um pouco mais velho, uma diferença por volta de 1 ano. Ele era mais alto, mais forte, tinha um pau bonito, grande e grosso. Nos últimos tempos, começava a perceber que sentia algo diferente quando via o pau de André duro na minha frente. Me parecia mais interessante que as revistas ou filmes, desejava tocar nele e fazer outras coisas com ele. Em casa, quando me masturbava, pensava no André, me excitava muito e gozava rápido. Quando nos encontrávamos, já sentia dificuldade de esconder minha atração por ele. Eu queria sentir ele dentro de mim. Planejava agir, mas quando estava frente a frente com aquele pauzão, não conseguia fazer nada.
Um dia, eu estava muito excitado, em casa, quando o André me ligou me convidando para assistir um filme pornô novo que ele havia comprado, muita putaria e blá, blá, blá. Fui determinado, era a hora de agir, matar aquela vontade que me perseguia. André ligou o filme, tirou o pau duro das calças. Ao ver a cena, já me excitei bastante. Tomei coragem e perguntei se podia tocar no pau dele. Ele, meio assustado, respondeu que achava que não tinha problema algum. Peguei meio sem jeito, acariciei um pouco. Comecei, então, a masturba-lo. Ele, ofegante, ainda meio assustado, pedia para eu não parar porque estava bom. Fui com a boca até o pênis dele e dei uma lambidela na cabeça. Lambi seu pau todo, até o talo, enquanto, com a mão acariciava entre suas coxas e seu saco. Abocanhei, então, seu pau todo. Ele parecia não acreditar, mas assim como eu, estava nas nuvens. Eu parecia sonhar, finalmente podia sentir aquele pau. Comecei a chupar com vontade, olhava bem nos olhos de André, ele se contorcia, até que inundou minha boca com sua porra. Era a primeira vez que eu sentia aquilo, achei muito bom, engoli o máximo que pude, mas ainda vazou um pouco pelo canto a boca, ele gozava em grande quantidade, vários jatos. Eu não havia gozado, mas me sentia muito bem. Quando ele terminou de gozar, o clima ficou meio chato, ele não acreditava que havia deixado aquilo ocorrer e achava melhor nunca mais repetirmos. Fingi concordar e pedi pra ele se acalmar, dizendo que se ele não quisesse, não ia se repetir. Ele deitou, eu deitei do lado, um pouco afastado esperando que as coisas melhorassem. Ele ligou o som, ficamos calados por um tempo, sérios. Eu ainda estava excitado, tinha vontade de terminar o que havíamos começado. Me aproximei e perguntei no ouvido dele se ele ia perder a chance de experimentar meu cuzinho. No momento, vi o volume subindo em sua calça, ele me olhou com uma cara meio indecisa. Pensou. Repentinamente, me puxou e me deu um beijo. Adorei, nunca havia beijado outro homem. Nos abraçávamos, nos beijávamos, ele me dava beijinhos no pescoço. Tirei a camiseta dele, ele tirou a minha. Levei a minha mão ao pau dele, coloquei pra fora da calça, abaixei a calça dele. Enquanto nos beijávamos, eu masturbava ele. Foi quando ele falou no meu ouvido pra eu ficar de quatro porque ele queria entrar em mim e que naquele dia eu seria só dele. Me posicionei como ele pediu. Ele tirou minhas calças, me deixou peladinho. Empinei a bundinha. Ele passou saliva nos dedos e passou no meu cuzinho, ficou penetrando o dedo no meu anelzinho, um, depois dois. Eu estava adorando, dava gemidinhos e rebolava nos dedos dele. Ele veio ao meu ouvidinho e disse que achava que eu já estava preparado. Foi quando senti sua cabeça encostando na portinha. Ele começou a forçar, eu empinei a bunda pra trás. Pedi para ele penetrar. Começou a entrar, doía um pouco, mas eu resistia e queria mais. Ele foi enfiando aos poucos, eu gemia e pedia para que não parasse. Depois de um bom tempo, envolvido pela dor e pelo prazer de finalmente sentir aquele pau me penetrando, André veio ao meu ouvido disse que já estava todinho dentro de mim. Olhei pra trás e não acreditei. Realmente, havia entrado até o talo. Pedi, então, para que fudesse meu cuzinho, bem gostoso. Ele começou a movimentar-se dentro de mim, a princípio, lentamente. Já não sentia tanta dor. Rebolava em seu pau e gemia, pedindo que não parasse. Começou a dar estocadas mais fortes e mais rápidas. Fui às nuvens. Gemia muito alto, rebolava muito e queria aproveitar ao máximo aquela pica dentro de mim. Ele pedia para que eu gemesse mais. “Não era isso que você queria? Então tome! Geme gostoso. Sua bundinha é deliciosa”. “Vai, André, não pare, vai, assim...isso...vai...”. Então, ele avisou que ia gozar. Eu pedi para que enchesse meu cu com sua porra. Em meio estocadas rápidas e meus altos gemidos: “Ahhhh...”. André inundou meu cuzinho com sua porra, eu, rebolando, ao sentir sua porra adentrando meu ânus gozei junto, muito. Caímos os dois, deitados, apoiei minha cabeça em seu peito e ele me envolveu com seu braços. Ele me elogiou, falando ao meu ouvido, disse que minha atuação havia sido muito boa e que não imaginava que meu cuzinho era tão bom. Eu agradeci e disse que parecia estar em um sonho. Ele disse que a partir de então eu seria a putinha dele. Eu adorei a idéia e aprovei com um sorrisinho. Foi o que realmente aconteceu, mas deixemos outras histórias para contos futuros.
Se vc tem um conto que bom mande ele para nós, vc tem a chance de ver ele aqui.
prazer-g@hotmail.com
Hoje, não mudei muito, estou um pouco mais alto e um pouco mais encorpado.
Costumava, há um tempo, me masturbar com um amigo do prédio, assistíamos filmes pornográficos, víamos revistas de mulheres peladas, mas cada um na sua, era algo hetero, desde que havíamos descoberto a masturbação. Esse meu amigo, chamado André, era um pouco mais velho, uma diferença por volta de 1 ano. Ele era mais alto, mais forte, tinha um pau bonito, grande e grosso. Nos últimos tempos, começava a perceber que sentia algo diferente quando via o pau de André duro na minha frente. Me parecia mais interessante que as revistas ou filmes, desejava tocar nele e fazer outras coisas com ele. Em casa, quando me masturbava, pensava no André, me excitava muito e gozava rápido. Quando nos encontrávamos, já sentia dificuldade de esconder minha atração por ele. Eu queria sentir ele dentro de mim. Planejava agir, mas quando estava frente a frente com aquele pauzão, não conseguia fazer nada.
Um dia, eu estava muito excitado, em casa, quando o André me ligou me convidando para assistir um filme pornô novo que ele havia comprado, muita putaria e blá, blá, blá. Fui determinado, era a hora de agir, matar aquela vontade que me perseguia. André ligou o filme, tirou o pau duro das calças. Ao ver a cena, já me excitei bastante. Tomei coragem e perguntei se podia tocar no pau dele. Ele, meio assustado, respondeu que achava que não tinha problema algum. Peguei meio sem jeito, acariciei um pouco. Comecei, então, a masturba-lo. Ele, ofegante, ainda meio assustado, pedia para eu não parar porque estava bom. Fui com a boca até o pênis dele e dei uma lambidela na cabeça. Lambi seu pau todo, até o talo, enquanto, com a mão acariciava entre suas coxas e seu saco. Abocanhei, então, seu pau todo. Ele parecia não acreditar, mas assim como eu, estava nas nuvens. Eu parecia sonhar, finalmente podia sentir aquele pau. Comecei a chupar com vontade, olhava bem nos olhos de André, ele se contorcia, até que inundou minha boca com sua porra. Era a primeira vez que eu sentia aquilo, achei muito bom, engoli o máximo que pude, mas ainda vazou um pouco pelo canto a boca, ele gozava em grande quantidade, vários jatos. Eu não havia gozado, mas me sentia muito bem. Quando ele terminou de gozar, o clima ficou meio chato, ele não acreditava que havia deixado aquilo ocorrer e achava melhor nunca mais repetirmos. Fingi concordar e pedi pra ele se acalmar, dizendo que se ele não quisesse, não ia se repetir. Ele deitou, eu deitei do lado, um pouco afastado esperando que as coisas melhorassem. Ele ligou o som, ficamos calados por um tempo, sérios. Eu ainda estava excitado, tinha vontade de terminar o que havíamos começado. Me aproximei e perguntei no ouvido dele se ele ia perder a chance de experimentar meu cuzinho. No momento, vi o volume subindo em sua calça, ele me olhou com uma cara meio indecisa. Pensou. Repentinamente, me puxou e me deu um beijo. Adorei, nunca havia beijado outro homem. Nos abraçávamos, nos beijávamos, ele me dava beijinhos no pescoço. Tirei a camiseta dele, ele tirou a minha. Levei a minha mão ao pau dele, coloquei pra fora da calça, abaixei a calça dele. Enquanto nos beijávamos, eu masturbava ele. Foi quando ele falou no meu ouvido pra eu ficar de quatro porque ele queria entrar em mim e que naquele dia eu seria só dele. Me posicionei como ele pediu. Ele tirou minhas calças, me deixou peladinho. Empinei a bundinha. Ele passou saliva nos dedos e passou no meu cuzinho, ficou penetrando o dedo no meu anelzinho, um, depois dois. Eu estava adorando, dava gemidinhos e rebolava nos dedos dele. Ele veio ao meu ouvidinho e disse que achava que eu já estava preparado. Foi quando senti sua cabeça encostando na portinha. Ele começou a forçar, eu empinei a bunda pra trás. Pedi para ele penetrar. Começou a entrar, doía um pouco, mas eu resistia e queria mais. Ele foi enfiando aos poucos, eu gemia e pedia para que não parasse. Depois de um bom tempo, envolvido pela dor e pelo prazer de finalmente sentir aquele pau me penetrando, André veio ao meu ouvido disse que já estava todinho dentro de mim. Olhei pra trás e não acreditei. Realmente, havia entrado até o talo. Pedi, então, para que fudesse meu cuzinho, bem gostoso. Ele começou a movimentar-se dentro de mim, a princípio, lentamente. Já não sentia tanta dor. Rebolava em seu pau e gemia, pedindo que não parasse. Começou a dar estocadas mais fortes e mais rápidas. Fui às nuvens. Gemia muito alto, rebolava muito e queria aproveitar ao máximo aquela pica dentro de mim. Ele pedia para que eu gemesse mais. “Não era isso que você queria? Então tome! Geme gostoso. Sua bundinha é deliciosa”. “Vai, André, não pare, vai, assim...isso...vai...”. Então, ele avisou que ia gozar. Eu pedi para que enchesse meu cu com sua porra. Em meio estocadas rápidas e meus altos gemidos: “Ahhhh...”. André inundou meu cuzinho com sua porra, eu, rebolando, ao sentir sua porra adentrando meu ânus gozei junto, muito. Caímos os dois, deitados, apoiei minha cabeça em seu peito e ele me envolveu com seu braços. Ele me elogiou, falando ao meu ouvido, disse que minha atuação havia sido muito boa e que não imaginava que meu cuzinho era tão bom. Eu agradeci e disse que parecia estar em um sonho. Ele disse que a partir de então eu seria a putinha dele. Eu adorei a idéia e aprovei com um sorrisinho. Foi o que realmente aconteceu, mas deixemos outras histórias para contos futuros.
Se vc tem um conto que bom mande ele para nós, vc tem a chance de ver ele aqui.
prazer-g@hotmail.com
domingo, 17 de fevereiro de 2008
ESTAMOS DE VOLTA!!!!!
É isso mesmo, depois de um brevo descanso pelo brasil, viajando um poquinho eu estou devolta para que creio a alegria de todos de volta com o nosso blog ao ar.
E como sei que passei um pouco do prazo que tinha avisado ao senhores e ate fiquei mais do que devia fora do ar prometo recompensa na semana que vem (sexta-feira) com dose dupla no nosso blog.
Grato com todos aqueles que tiverem a misericordia e esperou pela volta do blog, e grato tambem aqueles que impacientes que deve ter falado cada palavrão. Estamos ai.
VOLTAMOOOOOOOOOOSS
E como sei que passei um pouco do prazo que tinha avisado ao senhores e ate fiquei mais do que devia fora do ar prometo recompensa na semana que vem (sexta-feira) com dose dupla no nosso blog.
Grato com todos aqueles que tiverem a misericordia e esperou pela volta do blog, e grato tambem aqueles que impacientes que deve ter falado cada palavrão. Estamos ai.
VOLTAMOOOOOOOOOOSS
CONTO- Abusado depois da festa
Eu estudava em uma universidade pública do interior de SP e quem já estudou nessas universidades, já sabe da bagunça que é. Festa de sobra, mulherada deliciosa e litros e mais litros de birita. Este relato aconteceu em uma dessas festas, depois dela, pra ser mais exato. A festa tinha sido boa, eu tinha chegado tarde no alojamento, já tinha bebido várias cervejas e só pensava em dormir. Na época meu colega de quarto tinha sido transferido e eu teria o quarto só pra mim por alguns dias. Deitei na minha cama e apaguei, nem lembrei de fechar a porta. Não sei quanto tempo depois senti algo roçando na minha perna. Nem dei bola, devia ser algum bicho, sei lá, com o sono que eu tava não queria nem saber. Apaguei de novo. Pouco depois acordei mais uma vez, dessa vez sentindo minha calça sendo puxada pra baixo. Fiz um esforço e olhei pra trás, mas estava tudo escuro. Senti algo roçando na minha bunda, achei que eu devia estar delirando, mas quando fui me mexer senti minha bunda sendo aberta e algo úmido e suave tocando direto no meu cuzinho. Tomei um susto e fiquei sem reação, não sabia se aquilo estava acontecendo mesmo ou se eu estava viajando por causa da bebida. Quando pensei em fazer algo senti que aquilo começou a se mexer e meu cuzinho instintivamente começou a piscar. Percebi que eu estava recebendo um banho de língua direto no cuzinho. Pior, meu cuzinho pelo visto me traiu e estava gostando. Juntei forças e virei o rosto novamente pra dizer algo, mas uma investida mais forte me deu um tesão delicioso no cuzinho e instintivamente suspirei e empinei a minha bunda. Ele percebeu a minha situação, senti minha bundinha sendo aberta com mais força e sua língua entrando cada vez mais no meu cuzinho. Tesão. Então era isso que minhas namoradas sentiam? Estava gostoso demais. Eu nem pensava direito, mas agora, ao lembrar delas, é que pensei em porque lambia o rabinho delas... pra poder comer o cuzinho. Daí caiu a ficha. Eu estava com a bunda empinada, tendo o cuzinho magistralmente lambido por alguem que queria me comer. Eu tinha que parar com aquilo, não era viado, mas estava tão bom... meu cuzinho piscava tanto e ele lambia tão bem... Eu tinha que parar, mas... ahhhh... que delícia. Daqui a pouco eu paro... Deixa ele lamber mais um pouquinho... Essa deliciosa tortura durou por mais alguns minutos, até que ele parou, deixando meu cuzinho piscando de saudades. Não demorou e senti algo duro encostando no meu cuzinho e alguem deitando por cima de mim. Eu tinha que sair de lá de qualquer jeito, mas aquela rola pressionando meu cuzinho me deu um tesão nunca sentido antes. Eu estava totalmente seduzido, minha masculinidade havia sido vencida. Empinei a bundinha instintivamente e ele logicamente percebeu isso como um sinal verde e começou a forçar. Sua rola deslizou facilmente pelo meu cuzinho não mais virgem. Com certeza estava lubrificada, ele já estava com tudo preparado pra me enrabar. Ao entrar inteiro no meu cuzinho, relaxou o corpo, deu uma lambida nas minhas costas e me disse \"Pronto viadinho, tirei o seu cabacinho... tá gostando?\" Morri de vergonha e não consegui dizer nada, só conseguia gemer baixinho de prazer. Nunca imaginei que fosse tão gostoso ter uma rola cravada no rabo. Ele começou a entrar e sair e eu vi estrelas. Um prazer incomparável atingiu o fundo do meu cuzinho, aumentando à medida em que era arrombado. Ele dizia \"rebola, putinha\" e eu obedecia rebolando e empinando ainda mais a bundinha pra sentir a rola entrando mais gostoso. Não sei se era o álcool ou algum desejo escondido, mas o fato é que meu cuzinho estava me proporcionando um prazer que nem imaginava poder existir. Sem tirar de dentro ele foi me puxando pelas ancas até me deixar de quatro, com o cuzinho totalmente exposto. Nesta posição me senti totalmente submisso, entregue, vítima do enorme prazer com que sua rola me brindava. Ele me comia com vontade, estava adorando inaugurar o meu cuzinho, me chamava de viadinho delicioso, dizia que eu nunca esqueceria a rola que libertou o viadinho que existia dentro de mim. E era verdade, naquele momento eu era um verdadeiro viadinho, eu estava com uma rola cravada no cu, gemendo de prazer, rebolando sem parar e torcendo para que aquilo não acabasse nunca. Se alguem me visse agora eu estaria fodido (literalmente), a faculdade inteira iria me sacanear. Olhei para a porta ao lado e fiquei aliviado ao perceber que ele havia trancado ao entrar. Ufa. Ele forçou minha cabeça pra frente, não queria que eu olhasse pra ele. Pensei em dizer algo, mas ele passou a me comer com violência, arrebentando o que restava do meu cuzinho, me deixando com ainda mais tesão. Eu não iria contrariá-lo, naquela noite eu era dele e não faria nada que pudesse fazê-lo parar de me comer tão gostoso. Ele me fodia cada vez mais rápido, senti seu pau ficando ainda mais cabeçudo e percebi o que estava para acontecer. O pensamento daquele pau delicioso enchendo o meu cuzinho de porra foi a gota dágua. Gozei como nunca havia gozado antes. Gozei pelo cu, sem nem tocar no pau. Gozei muito, saiu muita porra do meu pau. Ele sentiu que eu havia gozado e delirou com meu cuzinho apertando com força o pau dele. Ele tambem não aguentou e gozou bem no fundo do meu cuzinho, concretizando de vez a minha inauguração. Amoleci e caí de cara na cama. Juntei minhas últimas forças para ver quem tinha me proporcionado tanto prazer, mas ele mais uma vez forçou a minha cabeça pra frente. Disse que se eu quisesse descobrir quem ele era, eu teria de deixar a porta destrancada no dia seguinte, no mesmo horário, e esperá-lo na mesma posição. Eu não aguentava mais e apaguei totalmente. Acordei no dia seguinte sentindo um pouco de dor no cu, o que me confirmava que aquilo não tinha sido um sonho. Lembrei da proposta dele, o cara queria me comer de novo do mesmo jeito, e só assim eu saberia quem foi. Logo lembrei da sensação da língua dele no meu cuzinho e minha decisão já estava tomada. À noite fiquei sem beber nada, deixei a porta destrancada, fiquei deitado de bruços esperando ansiosamente. Acabei descobrindo com surpresa quem ele era e aquela noite foi tão gostosa quanto a primeira, mas isso é assunto para o próximo conto.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Ultimo post do ano, até janeirou ou fevereiro
Galera pelo que tudo endica essa e minha umtimo post esse ano e como eu tinha prometido devido o aaviso que tinha deixado ( qualquer duvida ir a topicos abaixo) que iria caprichar.
Esses dois videos bem capricahdo para todos então ja sabem até ano que vem.
Esses dois videos bem capricahdo para todos então ja sabem até ano que vem.
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