Olá pessoal, daqui para frente serei Neto (nome fictício).
Sou um jovem de 21 anos, moro no interior do Rio Grande do Norte, e a minha história é verdadeira e muito gostosa. Eu trabalho em outra cidade e por isso tenho que me deslocar todos os finais de semana para a cidade onde trabalho. Desde os 17 anos tenho um caso com meu vizinho (Marcos), ele é casado e sou amigo da mulher dele. O cara é muito gostoso, tanto fisicamente quanto na cama: tem um peitoral definido, braços grossos e uma pica de 19 cm que me leva a loucura, até por quê é bem grossinha. Ele trabalha como caminhoneiro e passa a semana fora de casa. Como ele viajava muito, sempre no final de semana ele ia para a cidade em que eu trabalho ou alguma próxima, e eu sempre pegava carona com ele. Nessas viagens rolava muita pegação, beijos, chupadas, transas e gozadas, mesmo dentro do caminhão.
Num certo domingo à tarde, saímos eu e Marcos para mais uma viagem, ele para fazer entregas e eu para ir trabalhar. Ele fez a primeira entrega, após dessa paramos num posto para trocarmos o pneu. Pneu trocado íamos seguir viagem, quando ele decidiu que iríamos dormir ali, porque já tava muito tarde. Durante a viagem muitas caricias foram compartilhadas, muitas chupadas de pica e muitas punhetas. Ao chegar ao estacionamento do posto, ele disse que iríamos dormir dentro do caminhão, coladinhos. Marcos saiu para ir ao banheiro, voltando começou a alisar minhas coxas e a pedir para eu chupar sua pica, eu já muito excitado fiz o que ele pediu. Chupada vai e chupada vem, ele tava muito excitado e começou a pedir para dar uma gozada no meu rabo, eu disse que era muito apertado. Então ele disse “vamos fazer um 69?”, eu topei de cara, fazia muito tempo que eu não fazia.
Quando Marcos estava gozando na minha boca, deixando toda cheia de gala, a porta do caminhão se abre e Bruno (amigo de Marcos, também caminhoneiro) diz: “Eu também quero participar dessa festinha!” Eu fiquei muito surpreso e envergonhado, até então ninguém sabia que eu era gay, pois não dava pinta nenhuma e não sou afeminado. Marcos respondeu: “Como você demorou Brunão?”. Marcos e Bruno tinham umas ondas de atolarem um viado semanalmente, o da vez fui eu, e que sorte. Aqueles homens eram muitos gostosos, e tesudos e não tinham pena de viado não, botavam pra quebrar. Eu, Bruno e Marcos, como era combinado dos dois me levaram para um motel, inclusive eles já eram conhecidos da recepcionista. Entramos no quarto e aí começou a sacanagem...
Bruno era bem mais forte do que Marcos e sua pica media 20 cm, um olhou pro outro e disse: “Hoje esse viadinho vai levar uma surra de madeira, que não vai nem conseguir se levantar da cama”. Eu vi que a coisa tava ficando boa. Marcos deu um beijo na boca de Bruno, após o beijo, Bruno veio em minha direção e deu uma tapa na minha cara, “Vai se acostumando”, eu respondi: “Se você continuar a me bater eu me apaixono”. Ele tirou a camisa e mandou-me lamber seu peito todo sarado e com uma tatuagem no lado direito, não me fiz de arrogante, comecei a lamber todinho, enquanto isso Marcos tirava a roupa e começava a se masturbar. Vendo aquilo, abocanhei a pica de Marcos e comecei a mamar, Bruno começou a tirar minha calça e roçar sua pica na minha bunda, me deixando mais excitado ainda.
Não resisti e fui brincar de tênis, minha boca era a bola e a pica de Marcos e Bruno era as raquetes, a bola ia de uma lado para outro, enquanto eles se beijavam calorosamente. Bruno me levantou como uma dama e meu deu um beijo de perder o fôlego, enquanto Marcos tava tentando me enrabar, ao enfiar a cabecinha dei um grito e ele tirou, passou um gel lubrificante e meteu sem dó, nem piedade arrombando meu cuzinho. Ao tirar a pica de dentro do meu cu, Marcos me colocou de quatro para melhor enfiar, Bruno tomou conta da situação e foi me comer, enfiou seus 20 a dentro, enquanto seu amigo estava me sufocando com a pica toda dentro da minha boca, não conseguia nem gemer, já eles gritava de tanto tesão. Bruno chamou Marcos para revezar na penetrada, assim fizeram, um enfiava e outro esperava, o outro enfiava e um esperava, foram uns 15 minutos de revezamento, não agüentava mais quando Bruno resolveu gozar na minha boca, me fazendo engolir toda a sua gala sem deixar perder uma gota se quer. Após Bruno ter gozado na minha boca, Marcos pediu para eu sentar em cima da pica dele para ele gozar em mim, não resistir e sentei, porém Bruno vendo aquele movimento enfiou dois dedos seus, arrombando mais ainda meu cú.
Bruno tirou os dedos e deixou Marcos gozar, ele me pegou pela cintura e começou a me levantar e baixar, fazendo movimentos de vai-e-vem, mengando, ele não agüentou aquela posição e pediu para eu ficar novamente de quarto, e prontamente atendi. Ele começou no vai-e-vem tão gostoso, que não pude agüentar e comecei a gemer e muito, quanto mais eu gemia com mais força Marcos enfia e tirava sua pica de dentro do meu cuzinho, na hora de gozar ele não deixou nenhuma gota sair de dentro da minha bunda. Bruno tinha visto que eu não tinha gozado ainda, e estava morrendo de tesão e precisando, por incrível que pareça, de mais sexo e de mais rola, então começou a me comer na posição “frango assado”, não agüentando a pressão, me pegou em pé, com o intuito de Marcos bater uma punheta em mim, enquanto ele gozava novamente, só que agora na boca de baixo. No final das contas, eu tava todo galado, cansado e com meu cú mais do que arrombado, mas foi ótimo, e o melhor: tive outras e várias oportunidades de dar pra eles – e pra outros amigos de meu vizinho.
Por neto.
sábado, 26 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Bom galera sei que muitos devem ter esperado visitado a pagina do blog toda vez, e viu que a mais de 1 mes que não posto nada no blog, como sou somente eu tive um certo problema e fiquei sem, tive que compra umas peças novas para funcionar e fora que estou trabalhando e estudando ficando assim meio dificil. Mais prometo a vocês que semana que vem na sexta ou sabado nosso blog vai esta totalmetne atualizado e para recompensa vocês por todo esse tempo sme atualiza o blog, fiz uma mega postagem de dar aguá na boca.
Minha sincera desculpa a todos.
Grato
Prazer-G
Minha sincera desculpa a todos.
Grato
Prazer-G
VIDEO - No quartel
Quem não tem fetiche com homens de farda? Esse filme é um dos melhores que ja vi é antigo mais bem elabora e se passa num exercito, curtam bastante que esse video a prazer-g coloca exclusivo para vocês. E GOZEM MUITO!
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VIDEO - Belo Salva vidas!
Totalmente Brasileiro para vocês a unica coisa que é meio sem nexo é a interpretação no começo mais vale a pena conferir a foda deles.é bastante intensa e deixa vc com um tesão da porra.
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VIDEO - Meu Vizinho!
Imagina o vizinho vir na sua casa pedir para usar a Internet e na hora H acabam fazendo algo totalmente melhor! VIdeo totalmente brasileiro com uma foda bem gostasa.
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VIDEO CASEIRO - Japa safado
Esse chapa é safado, não se contenta com nada se masturba em locais publicos e faz questão que tenha publico para o ve-lo se masturba.
No Banheiro!
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VIDEO - Boyland
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nesse video brent se passa por passivo,esse é o primeiro video dele que vejo agindo como um, espero que gostem.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
CONTO - O Padrasto
Eu tenho tesão pelo meu padrasto. Eu sei que não devo sentir nada por ele, mas meu padrasto é tão gostoso, másculo e muito sacana. Ele é tão sacana que nem esconde que tá de olho em mim. Fica me olhando, olhando minha bunda, meu pau e ele sabe que gosto de homem. Na verdade, até já contei pra ele. Claro que contei com a intenção de que ele viesse pra cima, mas ele não fez isso, mas também não contou nada pra ninguém.
Num final de semana, fui visitar minha avó junto com minha mãe no interior. Fiquei apenas dois dias enquanto que minha mãe ficaria mais tempo. Eu sabia que meu padrasto tava sozinho em casa e eu, como não sou bobo, queria chegar antes e fazer uma surpresa pra ele, caindo de boca no seu caralho. Mas você não vai acreditar, quando cheguei em casa, em silêncio, ouvi gemidos vindo do quarto dele. Quando me aproximei, eu vi uma cena que não acreditei. Meu padrasto estava nu, sentado na cama, com o pau bem duro enquanto que outro carinha, quase da minha idade, chupava a pica dele.
Cara, fiquei escondido, vendo aquela putaria. O carinha chupou o meu padrasto, arrebitando a bunda. Ele chupava o pau todo, o saco, as bolas. Nossa, comecei a ficar excitado. Sei que meu padrasto tava curtindo a chupada e tava de olhos fechados. Teve uma hora que ele se levantou (por sorte, não me viu), pegou um copo de uísque, tomou um gole e depois enfiou o pau no copo e o carinha ficou sentado na beirada da cama, esperando. Depois que o pau tava bem melado de uísque, meu padrasto colocou a pica na boca do carinha e ele chupou mais uma vez, bem suavemente.
Meu padrasto ficava fazendo carinho na cabeça do cara. Depois ele pegou o carinha, levantou ele e deu um puta de um beijo na sua boca. Cara, que beijo, nossa, eu quase gozei. Mas não parou por aí, meu padrasto colocou o cara deitado na cama e começou a beijar o carinha todo e chupou o pau dele. Não dava pra acreditar que meu padrasto tava chupando a pica do cara. Sei que chupava de uma maneira tão máscula, tão excitante. Em seguida, o carinha levantou as pernas e meu padrasto continuava com a boca no pau do cara, só que ele chupava e enfiava um dedo no cuzinho do outro. De repente ele parou de chupar e ficou só enfiando o dedo, olhando pro carinha.
Eu não tava me agüentando de tão excitado que eu fiquei com aquela cena. Meu padrasto olhava pro cara com paixão, com desejo. Depois de ter ficado um tempo só metendo o dedo no cu do cara, ele mandou o carinha ficar de quatro. O cara ficou, arreganhou bem a bunda. Aí meu padrasto começou a meter a pica. Nossa, ele enfiou tudo e eu olhava pra bunda dele indo e vindo. Do outro lado, o carinha gemia muito. Aí os dois começaram a gemer, a gemer cada vez mais alto. Aí meu padrasto parou de meter e deu um gemido bem grosso. Cara, ele tirou o pau do cu do carinha e a porra escorreu pelo cu dele.
Eu tava louco de tesão, mas fui pro meu quarto, tirei toda a roupa, dei mais um tempinho e depois comecei a bater uma punheta de uma maneira bem escandalosa, fazendo o maior barulho. Não passaram nem cinco minutos e eu ouvi batidas na porta do meu quarto e a voz grossa do meu padrasto me chamando: “Eduardo, é você?”
Eu gritei: “Entra”. Ele abriu a porta, ele tava de roupão. Quando ele me viu, eu tava com o cacete duro e me contorcia todo como se tivesse no cio. Ele ficou desconcertado, não sabia o que fazer. Aí eu disse: “Eu vi tudo, cara. Eu não vou contar nada, mas eu quero ser comido também” Sabe o que ele falou? “Tá legal! Eu já volto!” Esperei uma eternidade. Quando ele voltou, ele tava com o copo de uísque. Ele tirou o roupão e ficou nu. Depois jogou o uísque em cima dos meus mamilos e começou a me lamber todo. Eu fiquei tão tesudo, daí ele jogou uísque no meu pau e também chupou meu cacete. Depois me virou de bruços, jogou uísque no meu rabo e lambeu meu cuzinho.
Cara, eu não acreditei. Ele deitou em cima de mim e enfiou o pau todo no meu cu. Ai, como doeu! Parecia que ele tava com raiva de mim. Ele começou a meter com todas as forças, mas eu não reclamei. Eu tava gostando, era tudo que eu queria, era a minha fantasia mais perversa que tava sendo realizada: ser comido pelo meu padrasto.
Eu ficaria a noite toda dando pra ele, mas ele gozou rápido e depois saiu fora, tipo, me rejeitando. Mas ele tava na minha mão agora. Se quisesse a boa vida que minha mãe dava pra ele, ele ia ter que me comer sempre, gostando ou não.
Num final de semana, fui visitar minha avó junto com minha mãe no interior. Fiquei apenas dois dias enquanto que minha mãe ficaria mais tempo. Eu sabia que meu padrasto tava sozinho em casa e eu, como não sou bobo, queria chegar antes e fazer uma surpresa pra ele, caindo de boca no seu caralho. Mas você não vai acreditar, quando cheguei em casa, em silêncio, ouvi gemidos vindo do quarto dele. Quando me aproximei, eu vi uma cena que não acreditei. Meu padrasto estava nu, sentado na cama, com o pau bem duro enquanto que outro carinha, quase da minha idade, chupava a pica dele.
Cara, fiquei escondido, vendo aquela putaria. O carinha chupou o meu padrasto, arrebitando a bunda. Ele chupava o pau todo, o saco, as bolas. Nossa, comecei a ficar excitado. Sei que meu padrasto tava curtindo a chupada e tava de olhos fechados. Teve uma hora que ele se levantou (por sorte, não me viu), pegou um copo de uísque, tomou um gole e depois enfiou o pau no copo e o carinha ficou sentado na beirada da cama, esperando. Depois que o pau tava bem melado de uísque, meu padrasto colocou a pica na boca do carinha e ele chupou mais uma vez, bem suavemente.
Meu padrasto ficava fazendo carinho na cabeça do cara. Depois ele pegou o carinha, levantou ele e deu um puta de um beijo na sua boca. Cara, que beijo, nossa, eu quase gozei. Mas não parou por aí, meu padrasto colocou o cara deitado na cama e começou a beijar o carinha todo e chupou o pau dele. Não dava pra acreditar que meu padrasto tava chupando a pica do cara. Sei que chupava de uma maneira tão máscula, tão excitante. Em seguida, o carinha levantou as pernas e meu padrasto continuava com a boca no pau do cara, só que ele chupava e enfiava um dedo no cuzinho do outro. De repente ele parou de chupar e ficou só enfiando o dedo, olhando pro carinha.
Eu não tava me agüentando de tão excitado que eu fiquei com aquela cena. Meu padrasto olhava pro cara com paixão, com desejo. Depois de ter ficado um tempo só metendo o dedo no cu do cara, ele mandou o carinha ficar de quatro. O cara ficou, arreganhou bem a bunda. Aí meu padrasto começou a meter a pica. Nossa, ele enfiou tudo e eu olhava pra bunda dele indo e vindo. Do outro lado, o carinha gemia muito. Aí os dois começaram a gemer, a gemer cada vez mais alto. Aí meu padrasto parou de meter e deu um gemido bem grosso. Cara, ele tirou o pau do cu do carinha e a porra escorreu pelo cu dele.
Eu tava louco de tesão, mas fui pro meu quarto, tirei toda a roupa, dei mais um tempinho e depois comecei a bater uma punheta de uma maneira bem escandalosa, fazendo o maior barulho. Não passaram nem cinco minutos e eu ouvi batidas na porta do meu quarto e a voz grossa do meu padrasto me chamando: “Eduardo, é você?”
Eu gritei: “Entra”. Ele abriu a porta, ele tava de roupão. Quando ele me viu, eu tava com o cacete duro e me contorcia todo como se tivesse no cio. Ele ficou desconcertado, não sabia o que fazer. Aí eu disse: “Eu vi tudo, cara. Eu não vou contar nada, mas eu quero ser comido também” Sabe o que ele falou? “Tá legal! Eu já volto!” Esperei uma eternidade. Quando ele voltou, ele tava com o copo de uísque. Ele tirou o roupão e ficou nu. Depois jogou o uísque em cima dos meus mamilos e começou a me lamber todo. Eu fiquei tão tesudo, daí ele jogou uísque no meu pau e também chupou meu cacete. Depois me virou de bruços, jogou uísque no meu rabo e lambeu meu cuzinho.
Cara, eu não acreditei. Ele deitou em cima de mim e enfiou o pau todo no meu cu. Ai, como doeu! Parecia que ele tava com raiva de mim. Ele começou a meter com todas as forças, mas eu não reclamei. Eu tava gostando, era tudo que eu queria, era a minha fantasia mais perversa que tava sendo realizada: ser comido pelo meu padrasto.
Eu ficaria a noite toda dando pra ele, mas ele gozou rápido e depois saiu fora, tipo, me rejeitando. Mas ele tava na minha mão agora. Se quisesse a boa vida que minha mãe dava pra ele, ele ia ter que me comer sempre, gostando ou não.
domingo, 1 de junho de 2008
CONTO - A Carona
A Carona
Por Por Stevan Lekitsch
Eram umas três da tarde quando no acostamento da estrada avistei aquele garoto pedindo carona. Ele era loiro, alto, e bem claro, aparentava ter uns 18, 19 anos. Olhei pra ele, e resolvi ajudar. Parei o caminhão e ele veio todo sorridente agradecer.
--- Obrigado por parar: o pessoal aqui é meio desconfiado pra dar carona. – disse jogando sua mochila no banco.
Seus olhos azuis brilhavam conforme o sol batia em seu rosto claro e sem barba. Ele vestia apenas uma camiseta e uma bermuda branca, deixando suas pernas cobertas de curtos pêlos loiros para fora.
Nos próximos 50, 60 km ficamos em silêncio. Ou antes, eu tentando me concentrar em dirigir nquanto meus olhos só queriam olhar para coxas do garoto, e imaginar o pedaço de carne branca e terna que ela guardava. Paramos então num posto de gasolina, pois eu queria comer alguma coisa e ir ao banheiro.
Entrei no banheiro, e quando estava com o pau pra fora mijando, o garoto entrou. Parou do meu lado, e colocou seu pequeno pinto pra fora, olhando para o meu instintivamente. Disfarçadamente olhei para aquele membro branquinho, com a cabeça rosada, e ele não tirava os olhos do meu pau.
--- Garoto, você não sabe como é dura a vida de caminhoneiro. Faz não sei quantas semanas que eu não sei o que é transar com alguém. Acho que o meu pau nem sobe mais. – disse rindo e olhando pra ele.
Ele, sem tirar os olhos respondeu.
--- Se quiser, posso dar um jeito nisso, em retribuição a carona.
Ao ouvir isso, comecei a sentir meu pau endurecer.
--- Dar um jeito nisso? Como?
Com um olhar sacana, ele foi andando sua mão pela borda da bermuda, abaixando-a mais ainda, descobrindo sua bundinha.
--- O que você acha disso? – disse ele se virando de costas para mim.
Sua bunda era toda branquinha, coberta por uma penugem de pêlos loiros que cintilavam. Eu não acreditava no que eu estava vendo, aquele loirinho oferecendo sua bundinha para mim.
--- Gostou? - perguntou ele me acordando da minha viagem.
Eu não precisava nem responder, pois meu pau já pulava de duro entre meus dedos.
--- É só você olhar aqui pra baixo que vai saber a resposta. – disse chacoalhando meu cacete reto e duro.
Estiquei a mão e dei um apertão na sua bunda. Afastei uma nádega da outra para ver se eu conseguia enxergar seu buraquinho. Ele, com uma das mãos, me ajudou e escancarou aquela bunda pra mim. Seu cuzinho rosado e completamente liso piscava, como se estivesse chamando meu cacete pra dentro dele.
--- Só peço uma coisa, vai com calma que é a primeira vez que estou fazendo isso. – disse ele já ofegando graças ao dedo que eu tentava enfiar pra dentro do seu rabo virgem.
--- Pode ficar despreocupado, garoto. Vou fazer você gostar tanto que não vai querer parar nunca mais de levar no cu.
Nos dirigimos a um dos reservados para não ter problemas. Ele abaixou a bermuda até o chão, apoiando as mãos na parede e empinando bem sua bunda. Eu molhei dois dedos e fui girando eles para dentro do seu cu, para ver se abria mais o caminho. Com a outra mão, peguei uma camisinha no meu bolso, e fui colocando no meu cacete já estourando de tesão.
--- Vai enfiando o seu próprio dedo no cu enquanto eu visto a camisinha.
O menino se contorcia todo, enquanto enfiava um, dois, três e até quatro dedos no seu próprio cu. Aquela visão me deixava doido, ver aquele loirinho gemendo de prazer por estar fodendo o cu com os dedos.
Quando já estava bem vermelhinho, tirei os dedos dele e fui posicionando minha pica. Ele se apoiou com força na parede e franziu os olhos. Dei umas cuspidas no meu pau, e fui empurrando pra dentro lentamente. Podia sentir seu cu apertar meu pau como um anel de couro, abrindo e fechando. Sua respiração ofegava e ele mordia os lábios tentando resistir a dor.
Nem acreditei quando senti sua bunda encostar na minha barriga. Eu tinha conseguido enfiar meu cacete todo, que não era pequeno, tenho uns 22 cm duro, dentro daquele loirinho. Fiquei um tempo parado até ele se acostumar com aquela pica no seu cu.
Aos poucos ele começou a movimentar seu corpo para frente e para trás, fazendo com que o meu cacete entrasse e saísse inteirinho de dentro dele. O movimento foi aumentando, e com aquele cu apertado, eu já não estava mais agüentando de tanto tesão.
Ele começou a se masturbar, e com isso seu buraquinho contraía cada vez mais. Não conseguindo mais segurar, abracei-o, e com pequenas estocadas enchi aquela camisinha com toda a porra do mundo.
E o loirinho com meu pau ainda mole dentro do seu rabo, esporrou litros na parede à sua frente. Ele gemia gostoso, e seu corpo estremecia a cada jato que saía daquele pau que agora estava todo vermelho de tesão. Era tanto esperma que eu pensei que não ia parar mais de sair. A cada jato seu cuzinho contraía, e quase que meu pau fica duro novamente.
Continuamos a viagem e ele me fez prometer que pararíamos em mais postos pelo caminho; afinal, tanto eu quanto ele, tínhamos que tirar todo aquele “atraso”.
Por Por Stevan Lekitsch
Eram umas três da tarde quando no acostamento da estrada avistei aquele garoto pedindo carona. Ele era loiro, alto, e bem claro, aparentava ter uns 18, 19 anos. Olhei pra ele, e resolvi ajudar. Parei o caminhão e ele veio todo sorridente agradecer.
--- Obrigado por parar: o pessoal aqui é meio desconfiado pra dar carona. – disse jogando sua mochila no banco.
Seus olhos azuis brilhavam conforme o sol batia em seu rosto claro e sem barba. Ele vestia apenas uma camiseta e uma bermuda branca, deixando suas pernas cobertas de curtos pêlos loiros para fora.
Nos próximos 50, 60 km ficamos em silêncio. Ou antes, eu tentando me concentrar em dirigir nquanto meus olhos só queriam olhar para coxas do garoto, e imaginar o pedaço de carne branca e terna que ela guardava. Paramos então num posto de gasolina, pois eu queria comer alguma coisa e ir ao banheiro.
Entrei no banheiro, e quando estava com o pau pra fora mijando, o garoto entrou. Parou do meu lado, e colocou seu pequeno pinto pra fora, olhando para o meu instintivamente. Disfarçadamente olhei para aquele membro branquinho, com a cabeça rosada, e ele não tirava os olhos do meu pau.
--- Garoto, você não sabe como é dura a vida de caminhoneiro. Faz não sei quantas semanas que eu não sei o que é transar com alguém. Acho que o meu pau nem sobe mais. – disse rindo e olhando pra ele.
Ele, sem tirar os olhos respondeu.
--- Se quiser, posso dar um jeito nisso, em retribuição a carona.
Ao ouvir isso, comecei a sentir meu pau endurecer.
--- Dar um jeito nisso? Como?
Com um olhar sacana, ele foi andando sua mão pela borda da bermuda, abaixando-a mais ainda, descobrindo sua bundinha.
--- O que você acha disso? – disse ele se virando de costas para mim.
Sua bunda era toda branquinha, coberta por uma penugem de pêlos loiros que cintilavam. Eu não acreditava no que eu estava vendo, aquele loirinho oferecendo sua bundinha para mim.
--- Gostou? - perguntou ele me acordando da minha viagem.
Eu não precisava nem responder, pois meu pau já pulava de duro entre meus dedos.
--- É só você olhar aqui pra baixo que vai saber a resposta. – disse chacoalhando meu cacete reto e duro.
Estiquei a mão e dei um apertão na sua bunda. Afastei uma nádega da outra para ver se eu conseguia enxergar seu buraquinho. Ele, com uma das mãos, me ajudou e escancarou aquela bunda pra mim. Seu cuzinho rosado e completamente liso piscava, como se estivesse chamando meu cacete pra dentro dele.
--- Só peço uma coisa, vai com calma que é a primeira vez que estou fazendo isso. – disse ele já ofegando graças ao dedo que eu tentava enfiar pra dentro do seu rabo virgem.
--- Pode ficar despreocupado, garoto. Vou fazer você gostar tanto que não vai querer parar nunca mais de levar no cu.
Nos dirigimos a um dos reservados para não ter problemas. Ele abaixou a bermuda até o chão, apoiando as mãos na parede e empinando bem sua bunda. Eu molhei dois dedos e fui girando eles para dentro do seu cu, para ver se abria mais o caminho. Com a outra mão, peguei uma camisinha no meu bolso, e fui colocando no meu cacete já estourando de tesão.
--- Vai enfiando o seu próprio dedo no cu enquanto eu visto a camisinha.
O menino se contorcia todo, enquanto enfiava um, dois, três e até quatro dedos no seu próprio cu. Aquela visão me deixava doido, ver aquele loirinho gemendo de prazer por estar fodendo o cu com os dedos.
Quando já estava bem vermelhinho, tirei os dedos dele e fui posicionando minha pica. Ele se apoiou com força na parede e franziu os olhos. Dei umas cuspidas no meu pau, e fui empurrando pra dentro lentamente. Podia sentir seu cu apertar meu pau como um anel de couro, abrindo e fechando. Sua respiração ofegava e ele mordia os lábios tentando resistir a dor.
Nem acreditei quando senti sua bunda encostar na minha barriga. Eu tinha conseguido enfiar meu cacete todo, que não era pequeno, tenho uns 22 cm duro, dentro daquele loirinho. Fiquei um tempo parado até ele se acostumar com aquela pica no seu cu.
Aos poucos ele começou a movimentar seu corpo para frente e para trás, fazendo com que o meu cacete entrasse e saísse inteirinho de dentro dele. O movimento foi aumentando, e com aquele cu apertado, eu já não estava mais agüentando de tanto tesão.
Ele começou a se masturbar, e com isso seu buraquinho contraía cada vez mais. Não conseguindo mais segurar, abracei-o, e com pequenas estocadas enchi aquela camisinha com toda a porra do mundo.
E o loirinho com meu pau ainda mole dentro do seu rabo, esporrou litros na parede à sua frente. Ele gemia gostoso, e seu corpo estremecia a cada jato que saía daquele pau que agora estava todo vermelho de tesão. Era tanto esperma que eu pensei que não ia parar mais de sair. A cada jato seu cuzinho contraía, e quase que meu pau fica duro novamente.
Continuamos a viagem e ele me fez prometer que pararíamos em mais postos pelo caminho; afinal, tanto eu quanto ele, tínhamos que tirar todo aquele “atraso”.
sábado, 17 de maio de 2008
VIDEO - Map Medical (Carl)
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Para quem não o conheçe esse é um famoso medico, que costuma fazer um checar seus pacientes.
CONTO - O CDF da Turma
Mais uma vez recomeçavam as aulas, e eu como era meio bronco e meio burrinho, ia fazer o terceiro colegial pela segunda vez. Eu já estava com meus 19 anos, e era um dos mais velhos da turma. Sei lá, minha cabeça estava em outras coisas, festas, garotas, carros, malhação. Eu mal saía do colégio já ia pra academia, o que fez com que eu ficasse com um corpo todo musculoso, e bem grande.
De certa forma era legal ser assim, eu impunha um pouco mais de respeito naquela pirralhada que estudava junto comigo. O pessoal tinha medo de mim e me deixava quieto. Só era um saco quando tinha aquelas coisas em grupo, que eu tinha de participar.
As primeiras semanas se passaram, e eu voltei a ter contato com o povo do ano passado. Também tinha sempre aquelas figurinhas novas e esquisitas, vindas de outros colégios. Pareciam uns peixes fora d’água, e eram a diversão dos veteranos.
Foi quando comecei a prestar atenção num certo garoto. Ele devia ter uns 18 anos, apesar de parecer mais novo, graças ao seu corpo magro e o rosto miúdo. Era alto e andava todo meio curvado. Tinha bem aquela cara de “CDF” que eu tanto odiava.
Aos poucos, comecei a perceber que ele quando podia, me dava umas secadas de cima a baixo. Eu, ia sempre de moletom para a escola, por causa da academia, e muitas vezes ia até sem cueca, o que deixava meu cacete bem a mostra pra quem quisesse ver. Eu tava pouco me fudendo se chamava a atenção ou não. Queria mais é que todo mundo olhasse mesmo. Quer dizer, todo mundo não, as garotas apenas. Acontece que o garoto, às vezes, olhava e parava os olhos na minha calça, no meu cacete. Aquilo me deixava fulo da vida.
Comecei a dar umas encaradas nele, pra ver se ele se tocava. Mas parecia que não adiantava, ele me olhava mais ainda. Então resolvi fazer o jogo dele. Quando ele olhava, eu dava aquela coçada no saco, mostrando bem pra ele. Não é que deu resultado? Ele ficou sem graça e parou de me encarar. O problema que comecei a gostar daquele jogo, e continuei.
Passava por ele, e roçava meu pau na sua perna, às vezes ia bem perto e encostava a mão na sua bundinha, e assim por diante. Fiquei obcecado em atormentar o garoto, que ao mesmo tempo que gostava, parecia estar cada vez mais com medo de mim.
Um dia, na aula de Educação Física, resolvi tomar um banho antes de voltar pra aula, e fiquei enrolando no chuveiro até todo mundo dar área. Quando saí da ducha e fui para o vestiário, dei de cara com o tal garoto sentado no banco trocando de roupa. Ele levou um susto no início, mas quando viu que era eu, parou de calçar os sapatos, e ficou olhando meu corpo.
De propósito, desenrolei a toalha e comecei a enxugar a cabeça, deixando todo o meu corpo e meu pau à mostra. Desci a toalha, e fui enxugando meu saco, e meu pau, milímetro por milímetro. Olhava pra baixo e passava a toalha no meu cacete todinho, puxando a pele pra frente e pra trás.
Sem olhar para o garoto, fui aos poucos caminhando em sua direção, chegando mais perto. Meu cacete, de tanto ser enxugado, começou a endurecer. Olhei para o carinha, e falei com uma voz grave:
- Tá olhando o que, garoto? Nunca viu um cara pelado não?
Ele estremeceu todo, e voltou a amarrar o sapato.
- Eu acho que você é bichinha, sabia? Já peguei você várias vezes olhando pro meu cacete.
Ele continuava abaixado, ofegando e tremendo.
- Você gosta de olhar pra um pau??? Então por que não olha por meu agora? Vai, aproveita que eu tô aqui pelado, pode olhar....
Devagar, ele levantou os olhos, e viu que eu já estava bem perto dele. Baixou os olhos novamente para os sapatos, e foi quando segurei seu queixo com a minha mão, e levantei seu rosto.
- Continua olhando, não quero que tire os olhos dele.
Com uma mão no seu queixo, e a outra no meu cacete, fui punhetando meu pau bem devagarinho, e puxando minha pele bem em direção à sua boca. Pus um pé em cima do banco, ficando com o joelho dobrado, jogando meu corpo mais pra frente. Estava tão perto que podia sentir a respiração do cara no meu cacete, e acho que ele sentia o cheiro do meu pau. Na medida em que ele foi endurecendo, foi se aproximando cada vez mais da sua boca.
- Você quer chupar ? Já tá pertinho da tua boca, é só você abrir”, falei com uma voz sacana, enquanto ele levantava os olhos para me olhar.
Passei os dedos pelo seu queixo, segurando-o com força, e puxando-o para baixo. Sem oferecer resistência, sua boca foi abrindo. Com um movimento bem lento, levei meu corpo mais para a frente, e pude ver meu pau sumindo dentro da boca do garoto, ao mesmo tempo que o calor em volta dele aumentava. Ao sentir a cabeça encostar na sua garganta, soltei um gemido, e o garoto fechou os olhos.
- Vai cara, eu sei que era isso que você queria. Pode chupar com vontade.
Ainda tremendo, o garoto fechou a boca, e ficou sentindo meu caralho por um tempo. Que boca quente ele tinha! Segurei sua cabeça entre as mãos, e forcei-o a fazer o movimento de vaivém com ela. Deixava sua boca chegar bem na ponta, e depois enfiava tudo de volta, bem fundo na sua garganta, bem devagar. O garoto tossiu e engasgou algumas vezes, e o meu tesão aumentava cada vez mais com isso. Queria fazer ele sofrer um pouco.
Quando já estava embalado, soltei sua cabeça, e ele continuou chupando gostoso. Aos poucos, ele pôs suas mãos nas minhas coxas, e foi subindo. Com uma mão, catou a base do meu cacete, segurando-o para não fugir da sua boca. Com a outra, pegou nas minhas bolas e ficava massageando-as. Nessa altura, meu tesão já estava enorme.
Peguei no meu pau, segurei ele pelos cabelos, e comecei a bater com meu cacete duro no seu rosto.
- Olha pra mim, garoto. Quero ver seu rosto, enquanto você toma essa surra de pica.
Ele olhava pra mim, com uns olhos ainda assustados. Eu batia na sua bochecha, no seu nariz, e nos seus olhos deixando seu rosto todo molhado com sua própria saliva. E ele parecia adorar aquilo.
- Lambe essas bolas bem gostoso, vai...
Eu puxava seus cabelos com força, queria que o puto reclamasse, mas ele não soltava um pio. Fui puxando sua cara de um lado para outro, e esfregando-a com força nas minhas bolas, no meu pau, e nas minhas coxas peludas. Queria esfolar a cara dele com meus pêlos, e fazer ele soltar algum som, mas nada acontecia. Resolvi ir mais longe.
- Chega de chupar esse pau. Levanta daí agora.
Enquanto falava, puxava seus cabelos para cima, e ele franzindo os olhos de dor, ia levantando-se. Olhei para a sua calça, e pude ver a marca do seu pau duro sobre ela. O filho da puta tava excitado também!
- Tá de pau duro também?, falei dando um tapão entre suas pernas, e um apertão bem forte nas suas bolas e no seu pau.
- Tô sim... ”, falou ele quase gemendo.
- Vira pra parede agora, meu chapa”, falei jogando-o contra ela.
Empurrei sua cara contra a parede, e ele ficou ali, imóvel. Com uma mão nas suas costas, mantinha-o colado na parede, enquanto deslizava a outra até sua bunda, dando um belo tapa e um apertão no meio das suas pernas.
- Agora quero ver você agüentar isso, e não pedir para eu parar.
Passei a mão pela frente e puxei para baixo sua calça e sua cueca de uma só vez. Senti algo molhado na minha mão, e vi que o sacana já tinha gozado na cueca. Voltei a mão para o seu rosto, e enfiei dois dedos na sua boca, entrando até lá no fundo da sua garganta.
- Chupa bem esses dedos, pra eu enfiar no teu cuzinho.
Ele chupava com vontade, e podia ver no seu rosto o quanto estava gostando daquilo tudo. Tirei os dedos da sua boca, e de uma só vez enfiei no seu cu, até onde eles conseguiam entrar. Senti seu corpo dar um salto, e ele franziu os olhos mais uma vez. Eu rodava, e girava os dedos e socava eles com força, quando finalmente ouvi o garoto soltar um ai abafado.
- Tá doendo, é? Você quer que eu pare?, disse socando ainda mais forte.
- Não, por favor, não pára. Acaba comigo, por favor. Eu quero muito isso, falou ele ainda segurando a dor.
Não acreditei no que aquele garoto tinha acabado de me pedir. Na mesma hora, meu pau subiu de vez e ficou duro como uma pedra. Sempre tive vontade de foder uma garota com força, mas elas nunca deixavam. Agora era a minha chance.
Tirei os dedos do seu rabo, mirei meu cacete, tapei sua boca com a minha mão, e enterrei com tudo no cu dele. Ouvi o grito abafado entre meus dedos. Comecei a foder com toda a força, tirando e colocando meu cacete no seu buraco com se fosse um pistão de carro, sem dar chance para ele respirar. Jogava meu corpo sobre o dele, fazendo-o espremer contra a parede. Queria mesmo acabar com ele, fazer ele nunca mais ter vontade de dar o rabo de novo.
Destapei sua boca, e ouvia seus gemidos cada vez que meu pau batia lá dentro. O puto ainda começou a jogar a bunda pra trás, pedindo mais do meu cacete. Seu cu apertava meu pau com força, sem parar. Cara, não estava agüentando mais. Enfiei bem no fundo, e deixei, sentindo minha porra jorrar do meu pau com força. Encostei a cara nas suas costas, e fui gritando a cada jato que saía. A porra saía com tanta força que estremecia todo o meu pau e o meu corpo. Que gozada eu tinha dado!
De uma só vez, puxei meu pau do cu do garoto, fazendo ele dar um tranco novamente. Afastei-me e olhei para a sua bunda, seu racho estava aberto, e podia se ver o cuzinho dele inchado e todo lambuzado. Segurei-o de novo pelos cabelos e virei-o de frente para mim. Seu pau estava duro e havia porra para todo o lado. Ele tinha gozado na parede mais uma vez.
Ainda queria dar o toque final. Fui puxando ele em direção aos chuveiros, e ele ia indo cambaleando, com as pernas presas pela sua própria calça. Chegando lá, empurrei-o para baixo, fazendo-o se ajoelhar no chão molhado.
- Isso é pra você aprender a não ficar mexendo com caras como eu.
Mirei o seu rosto, e comecei a mijar em cima dele. Ele fechou os olhos, e ficou tentando se safar, mas comigo segurando nos seus cabelos, não podia. Depois de uma gozada, sempre acumulava bastante mijo, o que deu pra molhar bem a sua cara, sua boca, e a camiseta que ele vestia. Esfreguei bem o pau na sua boca, pra ver se ele engolia um pouco do meu mijo.
Quando acabei, soltei seus cabelos, e ele ficou lá ajoelhado, olhando pra mim meio de lado.
- Pronto, agora você pode ir. Já te dei o que você queria”, falei esperando ele sumir da minha frente.
Ao voltar pra sala de aula, lá estava ele na primeira fileira, assistindo à aula, com uma cara compenetrada, e quase um sorriso no rosto. O desgraçado tinha adorado a curra que levara.
Bom, agora vou confessar uma coisa que nunca tive coragem de dizer a ninguém. Outro dia cruzei com ele no corredor, e parei pra falar com ele. Pedi seu telefone. Queria marcar um encontro pra poder fazer tudo aquilo de novo com ele. Ele sorriu, e disse que ia esperar eu ligar. Cara, acabei mudando minha cabeça em relação a ele. Liguei várias vezes pra ele, e várias vezes fodemos gostoso. No fundo, o cara era legal.
- E você, tá com esse sorrisinho na cara por quê? Qual é, tá me estranhando?
De certa forma era legal ser assim, eu impunha um pouco mais de respeito naquela pirralhada que estudava junto comigo. O pessoal tinha medo de mim e me deixava quieto. Só era um saco quando tinha aquelas coisas em grupo, que eu tinha de participar.
As primeiras semanas se passaram, e eu voltei a ter contato com o povo do ano passado. Também tinha sempre aquelas figurinhas novas e esquisitas, vindas de outros colégios. Pareciam uns peixes fora d’água, e eram a diversão dos veteranos.
Foi quando comecei a prestar atenção num certo garoto. Ele devia ter uns 18 anos, apesar de parecer mais novo, graças ao seu corpo magro e o rosto miúdo. Era alto e andava todo meio curvado. Tinha bem aquela cara de “CDF” que eu tanto odiava.
Aos poucos, comecei a perceber que ele quando podia, me dava umas secadas de cima a baixo. Eu, ia sempre de moletom para a escola, por causa da academia, e muitas vezes ia até sem cueca, o que deixava meu cacete bem a mostra pra quem quisesse ver. Eu tava pouco me fudendo se chamava a atenção ou não. Queria mais é que todo mundo olhasse mesmo. Quer dizer, todo mundo não, as garotas apenas. Acontece que o garoto, às vezes, olhava e parava os olhos na minha calça, no meu cacete. Aquilo me deixava fulo da vida.
Comecei a dar umas encaradas nele, pra ver se ele se tocava. Mas parecia que não adiantava, ele me olhava mais ainda. Então resolvi fazer o jogo dele. Quando ele olhava, eu dava aquela coçada no saco, mostrando bem pra ele. Não é que deu resultado? Ele ficou sem graça e parou de me encarar. O problema que comecei a gostar daquele jogo, e continuei.
Passava por ele, e roçava meu pau na sua perna, às vezes ia bem perto e encostava a mão na sua bundinha, e assim por diante. Fiquei obcecado em atormentar o garoto, que ao mesmo tempo que gostava, parecia estar cada vez mais com medo de mim.
Um dia, na aula de Educação Física, resolvi tomar um banho antes de voltar pra aula, e fiquei enrolando no chuveiro até todo mundo dar área. Quando saí da ducha e fui para o vestiário, dei de cara com o tal garoto sentado no banco trocando de roupa. Ele levou um susto no início, mas quando viu que era eu, parou de calçar os sapatos, e ficou olhando meu corpo.
De propósito, desenrolei a toalha e comecei a enxugar a cabeça, deixando todo o meu corpo e meu pau à mostra. Desci a toalha, e fui enxugando meu saco, e meu pau, milímetro por milímetro. Olhava pra baixo e passava a toalha no meu cacete todinho, puxando a pele pra frente e pra trás.
Sem olhar para o garoto, fui aos poucos caminhando em sua direção, chegando mais perto. Meu cacete, de tanto ser enxugado, começou a endurecer. Olhei para o carinha, e falei com uma voz grave:
- Tá olhando o que, garoto? Nunca viu um cara pelado não?
Ele estremeceu todo, e voltou a amarrar o sapato.
- Eu acho que você é bichinha, sabia? Já peguei você várias vezes olhando pro meu cacete.
Ele continuava abaixado, ofegando e tremendo.
- Você gosta de olhar pra um pau??? Então por que não olha por meu agora? Vai, aproveita que eu tô aqui pelado, pode olhar....
Devagar, ele levantou os olhos, e viu que eu já estava bem perto dele. Baixou os olhos novamente para os sapatos, e foi quando segurei seu queixo com a minha mão, e levantei seu rosto.
- Continua olhando, não quero que tire os olhos dele.
Com uma mão no seu queixo, e a outra no meu cacete, fui punhetando meu pau bem devagarinho, e puxando minha pele bem em direção à sua boca. Pus um pé em cima do banco, ficando com o joelho dobrado, jogando meu corpo mais pra frente. Estava tão perto que podia sentir a respiração do cara no meu cacete, e acho que ele sentia o cheiro do meu pau. Na medida em que ele foi endurecendo, foi se aproximando cada vez mais da sua boca.
- Você quer chupar ? Já tá pertinho da tua boca, é só você abrir”, falei com uma voz sacana, enquanto ele levantava os olhos para me olhar.
Passei os dedos pelo seu queixo, segurando-o com força, e puxando-o para baixo. Sem oferecer resistência, sua boca foi abrindo. Com um movimento bem lento, levei meu corpo mais para a frente, e pude ver meu pau sumindo dentro da boca do garoto, ao mesmo tempo que o calor em volta dele aumentava. Ao sentir a cabeça encostar na sua garganta, soltei um gemido, e o garoto fechou os olhos.
- Vai cara, eu sei que era isso que você queria. Pode chupar com vontade.
Ainda tremendo, o garoto fechou a boca, e ficou sentindo meu caralho por um tempo. Que boca quente ele tinha! Segurei sua cabeça entre as mãos, e forcei-o a fazer o movimento de vaivém com ela. Deixava sua boca chegar bem na ponta, e depois enfiava tudo de volta, bem fundo na sua garganta, bem devagar. O garoto tossiu e engasgou algumas vezes, e o meu tesão aumentava cada vez mais com isso. Queria fazer ele sofrer um pouco.
Quando já estava embalado, soltei sua cabeça, e ele continuou chupando gostoso. Aos poucos, ele pôs suas mãos nas minhas coxas, e foi subindo. Com uma mão, catou a base do meu cacete, segurando-o para não fugir da sua boca. Com a outra, pegou nas minhas bolas e ficava massageando-as. Nessa altura, meu tesão já estava enorme.
Peguei no meu pau, segurei ele pelos cabelos, e comecei a bater com meu cacete duro no seu rosto.
- Olha pra mim, garoto. Quero ver seu rosto, enquanto você toma essa surra de pica.
Ele olhava pra mim, com uns olhos ainda assustados. Eu batia na sua bochecha, no seu nariz, e nos seus olhos deixando seu rosto todo molhado com sua própria saliva. E ele parecia adorar aquilo.
- Lambe essas bolas bem gostoso, vai...
Eu puxava seus cabelos com força, queria que o puto reclamasse, mas ele não soltava um pio. Fui puxando sua cara de um lado para outro, e esfregando-a com força nas minhas bolas, no meu pau, e nas minhas coxas peludas. Queria esfolar a cara dele com meus pêlos, e fazer ele soltar algum som, mas nada acontecia. Resolvi ir mais longe.
- Chega de chupar esse pau. Levanta daí agora.
Enquanto falava, puxava seus cabelos para cima, e ele franzindo os olhos de dor, ia levantando-se. Olhei para a sua calça, e pude ver a marca do seu pau duro sobre ela. O filho da puta tava excitado também!
- Tá de pau duro também?, falei dando um tapão entre suas pernas, e um apertão bem forte nas suas bolas e no seu pau.
- Tô sim... ”, falou ele quase gemendo.
- Vira pra parede agora, meu chapa”, falei jogando-o contra ela.
Empurrei sua cara contra a parede, e ele ficou ali, imóvel. Com uma mão nas suas costas, mantinha-o colado na parede, enquanto deslizava a outra até sua bunda, dando um belo tapa e um apertão no meio das suas pernas.
- Agora quero ver você agüentar isso, e não pedir para eu parar.
Passei a mão pela frente e puxei para baixo sua calça e sua cueca de uma só vez. Senti algo molhado na minha mão, e vi que o sacana já tinha gozado na cueca. Voltei a mão para o seu rosto, e enfiei dois dedos na sua boca, entrando até lá no fundo da sua garganta.
- Chupa bem esses dedos, pra eu enfiar no teu cuzinho.
Ele chupava com vontade, e podia ver no seu rosto o quanto estava gostando daquilo tudo. Tirei os dedos da sua boca, e de uma só vez enfiei no seu cu, até onde eles conseguiam entrar. Senti seu corpo dar um salto, e ele franziu os olhos mais uma vez. Eu rodava, e girava os dedos e socava eles com força, quando finalmente ouvi o garoto soltar um ai abafado.
- Tá doendo, é? Você quer que eu pare?, disse socando ainda mais forte.
- Não, por favor, não pára. Acaba comigo, por favor. Eu quero muito isso, falou ele ainda segurando a dor.
Não acreditei no que aquele garoto tinha acabado de me pedir. Na mesma hora, meu pau subiu de vez e ficou duro como uma pedra. Sempre tive vontade de foder uma garota com força, mas elas nunca deixavam. Agora era a minha chance.
Tirei os dedos do seu rabo, mirei meu cacete, tapei sua boca com a minha mão, e enterrei com tudo no cu dele. Ouvi o grito abafado entre meus dedos. Comecei a foder com toda a força, tirando e colocando meu cacete no seu buraco com se fosse um pistão de carro, sem dar chance para ele respirar. Jogava meu corpo sobre o dele, fazendo-o espremer contra a parede. Queria mesmo acabar com ele, fazer ele nunca mais ter vontade de dar o rabo de novo.
Destapei sua boca, e ouvia seus gemidos cada vez que meu pau batia lá dentro. O puto ainda começou a jogar a bunda pra trás, pedindo mais do meu cacete. Seu cu apertava meu pau com força, sem parar. Cara, não estava agüentando mais. Enfiei bem no fundo, e deixei, sentindo minha porra jorrar do meu pau com força. Encostei a cara nas suas costas, e fui gritando a cada jato que saía. A porra saía com tanta força que estremecia todo o meu pau e o meu corpo. Que gozada eu tinha dado!
De uma só vez, puxei meu pau do cu do garoto, fazendo ele dar um tranco novamente. Afastei-me e olhei para a sua bunda, seu racho estava aberto, e podia se ver o cuzinho dele inchado e todo lambuzado. Segurei-o de novo pelos cabelos e virei-o de frente para mim. Seu pau estava duro e havia porra para todo o lado. Ele tinha gozado na parede mais uma vez.
Ainda queria dar o toque final. Fui puxando ele em direção aos chuveiros, e ele ia indo cambaleando, com as pernas presas pela sua própria calça. Chegando lá, empurrei-o para baixo, fazendo-o se ajoelhar no chão molhado.
- Isso é pra você aprender a não ficar mexendo com caras como eu.
Mirei o seu rosto, e comecei a mijar em cima dele. Ele fechou os olhos, e ficou tentando se safar, mas comigo segurando nos seus cabelos, não podia. Depois de uma gozada, sempre acumulava bastante mijo, o que deu pra molhar bem a sua cara, sua boca, e a camiseta que ele vestia. Esfreguei bem o pau na sua boca, pra ver se ele engolia um pouco do meu mijo.
Quando acabei, soltei seus cabelos, e ele ficou lá ajoelhado, olhando pra mim meio de lado.
- Pronto, agora você pode ir. Já te dei o que você queria”, falei esperando ele sumir da minha frente.
Ao voltar pra sala de aula, lá estava ele na primeira fileira, assistindo à aula, com uma cara compenetrada, e quase um sorriso no rosto. O desgraçado tinha adorado a curra que levara.
Bom, agora vou confessar uma coisa que nunca tive coragem de dizer a ninguém. Outro dia cruzei com ele no corredor, e parei pra falar com ele. Pedi seu telefone. Queria marcar um encontro pra poder fazer tudo aquilo de novo com ele. Ele sorriu, e disse que ia esperar eu ligar. Cara, acabei mudando minha cabeça em relação a ele. Liguei várias vezes pra ele, e várias vezes fodemos gostoso. No fundo, o cara era legal.
- E você, tá com esse sorrisinho na cara por quê? Qual é, tá me estranhando?
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